Se eu fizer a diferença na vida de uma pessoa, já tenho meu objetivo alcançado.

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DEFINIÇÕES

definições“Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não… Amor é um exagero… também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.”

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Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida…

CaixãoFaleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida… 

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

“Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes”.

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

– Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
– Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo… Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. “SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA… QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.”

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando “você muda”.

Luis Fernando Veríssimo

 

A CAMISA BRANCA E O CARVÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
– Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
– O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
– Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

– Filho como está se sentindo agora?
– Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
– Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.

Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
– Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu.

Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

É PROIBIDO

É Proibido

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda

BRILHE POR SI MESMO

   Busque o sucesso por si mesmo, sem passar por cima dos outros. Lute pelos seus ideais, mas não queira alcançar o topo prejudicando outras pessoas. Todos têm oportunidades de crescer na vida, sem precisar invadir o espaço de ninguém. Se acreditarmos que podemos fazer algo pela nossa vida, então façamos, porém de forma leal. Querer “subir” às custas de injustiças e mentiras é uma escolha arriscada. Porque você até pode desfrutar dos louros da vitória, mas será só momentaneamente.

    Como disse o escritor Luis Fernando Veríssimo, ” O MUNDO É COMO UM ESPELHO QUE DEVOLVE A CADA PESSOA O REFLEXO DE SEUS PRÓPRIOS PENSAMENTOS E ATOS”. Lembre-se: ao despertarmos todos os dias com a certeza de que podemos crescer lutando dignamente por nossos objetivos, nos sairemos vitoriosos. Agora, se insistirmos em querer brilhar atropelando quem surge à nossa frente, viveremos um sucesso ilusório. Por isso, não engane ou minta para tirar  proveito de alguém. Não faça mal a ninguém, porque quem faz mal paga em dobro. E o contrário também é verdadeiro.

 Uma ótima semana a todos!!

Autora: Karla Precioso

Fonte: Revista ANA MARIA

A zona de conforto, um lugar ou um estado de espírito?

A zona de conforto, um lugar ou um estado de espírito?

Um grande limitador do progresso pode ser nosso medo do desconhecido. Algumas pessoas demonstram grande medo do que não conhecem, quando são desafiadas a sair de sua zona de conforto.

Uma das definições da zona de conforto, é que ela pode ser identificada por comportamentos ou ações a que uma pessoa se acostumou e que de alguma maneira lhe transmite segurança. Quando vivemos desta forma, nossos resultados podem permanecer inalterados por muito tempo, limitando nossa condição de aprimoramento e melhoria. Sair deste tipo de estado mental e físico requer coragem e disposição.

Quando a rotina passa a fazer parte de nossa vida, deixamos de utilizar todas as nossas capacidades e detalhes valiosos podem ser deixados de lado, a desculpa passa a ser uma ferramenta comum, e justificamos nossas escolhas e resultados.

Um caminho para a mudança de atitude e comportamento, começa por fazer uma auto-analise. Em seguida, identificar que hábitos precisam ser corrigidos, deixados de lado ou aprimorados.

Há muitos recursos, eles podem ser classificados em duas vertentes: recursos externos e recursos internos.

Avalie seus recursos:

1. Analise o ambiente em que vive;
2. Identifique qual é o tipo de influência que você recebe;
3. Procure motivos pelos quais você se submete ao ambiente, ainda que o incomode;
4. Verifique que hábitos estão presentes em seu dia a dia;
5. Reflita sobre quais são as suas crenças;
6. Busque listar três ações que poderiam auxiliá-lo a sair da zona de conforto;
7. Priorize por ordem de importância;
8. Planeje quando irá aplicá-las.

Ao analisar seu desafio, tenha em mente que existem aspectos que não podem ser deixados de lado, tais como: o momento ( atual, futuro e passado ), seus valores versus os valores de sua organização, sua expectativa, sua capacidade de execução e o comportamento das pessoas a sua volta.

Alguns hábitos estão enraizados em nosso âmago de tal maneira, que torna muito difícil nossa percepção de já estarmos vivendo no automático. Alguém certa vez disse: “Desenvolver maus hábitos é fácil, perder maus hábitos é difícil”. Não há salário sem labuta. Precisamos estar dispostos a pagar o preço. Procure o feedback das pessoas do seu convívio e esteja pronto para ouvir. Procure ouvir de forma isenta e reflita sobre o que for dito, deixe a racionalização e as desculpas de lado. Pratique a humildade. Ouvi dizer certa vez, que humildade é ser ensinável.

Escreveu Denis Waitley: “Os vencedores na vida pensam sempre em termos de, Eu posso, Eu faço e Eu sou. Os perdedores, ao contrário, concentram seus pensamentos no que deveriam ter feito, poderiam ter feito ou no que não conseguem fazer”.

Certamente nossas experiências e o meio em que estamos, podem influenciar o que somos, mas devemos nos lembrar que somente nós somos os responsáveis por aquilo em que nos tornamos.

Sair da zona de conforto pode exigir algum sacrifício, você está disposto? Em que momento você se encontra? Existe algo que pode ou precisa ser mudado? O que você irá fazer a respeito?

Boa reflexão!

ERROS

Erros!!!

Cheguei a momentos de querer sumir, ou melhor, apagar palavras que disse, atos que cometi.

Impossível!!! Eu sei!!!

Então percebi que sou humano, não sou perfeito e nunca serei.

Erros cometemos, muitos, infelizmente, mas com os erros aprendemos também.

E aprendi

Aprendi que não se repete os erros cometidos, pois se tornaria burrice.

Aprendi que a melhor maneira de se redimir de um erro é assumindo-o.

Aprendi como é amargo o gosto da culpa de ter errado.

Aprendi que ás vezes só o tempo é capaz de curar as feridas deixadas pelos nossos erros.

E aprendi a nunca desistir, errando acertando, mas sempre na tentativa de ser feliz, sempre buscando a felicidade.

Pois meus erros são reflexos das minhas tentativas sem sucesso de tentar ser feliz, te fazer feliz.

Erros estes que se tornam mínimos, pois me encontro na felicidade de estar ao teu lado e de ter teu carinho, que resume no sorriso que desenha no meu rosto toda vez que te encontro.

PENSE NISSO!